Comprar um novo sistema costuma parecer a resposta mais rápida quando algo não funciona. Na prática, muitas dores não vêm da ferramenta e sim de uma etapa mal definida do processo.
Antes de trocar de software, vale mapear o fluxo atual: quem faz o quê, em que ordem, com quais informações, e onde a atividade trava. Muitas vezes, uma etapa pode ser eliminada, unificada ou automatizada dentro do que a empresa já usa.
Quando o processo está claro, a escolha da ferramenta se torna proporcional ao problema — não é uma aposta.
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